domingo, 27 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
sábado, 21 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Sempre fui meio nerds. Era o tipo da criança que sabia matemática. E que gostava. Gostava de todas as matérias, na verdade, a matemática era apenas a mais fácil. Por ser óbvia. Quando a tia pedia pra alguém ler um texto sempre me oferecia. E já lia melhor que os outros coleguinhas. Gostava dos trabalhinhos. E gostava de artes. Mas nunca soube desenhar. Também não sabia jogar bola. Era café com leite até na queimada. Também era chorona. Não podia deixar o cabelo crescer. E tinha raiva das minhas irmãs, mimadas. Filho do meio parece carregar um karma, sempre se sente menos protegido e menos privilegiado. O que no fundo, é verdade. Daí voltando ao tempo, vejo que ainda sou a mesma pessoa. Talvez a diferença esteja só no tamanho do cabelo.
Apesar de já estar no segundo semestre de engenharia continuo achando exatas mais fácil que humanas. E continuo achando tudo interessante. O que justamente me traz à indecisão. Apesar de ainda estar no segundo semestre de engenharia já tenho certeza de que não é isso o que eu quero. Tive aliás, há muito, antes mesmo de entrar talvez. Não consigo, simplesmente não consigo, me ver atrás de uma cadeira num escritório com ar condicionado e engravatados. Não consigo me imaginar levando uma vida comum, acordando cedo e lendo o jornal, chegando em casa e ligando a tv. Não consigo me imaginar pagando as prestações do carro. Agendando a viagem de 15 dias. Não é, definitivamente, o que eu quero.
Eu sei porque ainda não larguei tudo isso. Um dia me prometera que iria conquistar todas as coisas que sempre quis. Que iria fazer tudo dar certo. Que iria atrás dos meus sonhos. Mas será que eram esses mesmos os meus sonhos? Dinheiro, bolsas, sapatos? Carros, eletrodomésticos, sofá branco? Tapetes, taças, talheres de prata? Whiskys, jóias, marcas.
Sorrisos, abraços, amores. Praia, lua, fogueira. Pessoas, cachoeiras, ar. Vida. A vida sempre foi no fundo o meu sonho. O dinheiro apenas me pareceu um caminhou mais certo. Por parecer exato. Mas é falho. E o pior: é chato.
Um dia fui numa festa. Pessoas ricas, bonitas. Vestidos. E vi que não sentia a menor vontade de estar ali. Eu não pertencia àquele lugar, e veja só: não queria pertencer. No fundo, nunca quisera.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Horário de pico. Ônibus. Sentei, corredor. Engarrafamento, cansaço. Então veio um impulso estranho: queria deitar no ombro do colega ao lado. Me contive. Vai que ele tinha uma namorada psicopata. Vai que ele era o psicopata. Nada disso, me contive por covardia. Ora, vem cá, não somos todos humanos? Se eu o conhecesse há duas horas talvez sentisse total liberdade para fazer o que queria: encostar a cabeça no ombro dele e dormir. Mas o fato de ser um estranho me impediu de tal ato. Senti naquela auto-proibição toda a podridão do ser humano. Toda a minha podridão. Tentei cochilar sem o ombro. Mas não dava. Minha cabeça.. nem deixava. Uma hora se foi com tanta filosofia. Aquele ombro ainda me seduzia. Quando desci vi nos olhos dele que o teria me emprestado de bom grado. De muito bom grado.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
mondaytweets
2121 eu e o teu silencio
2130 eu e uma barra de chocolate
2149 eu e meia barra de chocolate
2202 eu, o alface e dois dedos na garganta
2227 eu e a esperança
2237 eu, a insonia e a tv
RT @estebantavares: www.myspace.com/estebantavares PIANINHO - Minha nova história.
vou chorar com essa ohana ainda, to vendo tudo
"int main ( Nemo ) diz (23:39): vou ligar pra um número aleatório, dizer eu te amo e desligar"
ah se eu tivesse teu telefone agora.. ah!
sei que acabou, mas eu queria voltar, voltar para o que nunca foi.
int main ( Nemo ) diz:*"To say yes to one instant, is to say yes to all of existence."
Cadê você pra me dizer que tudo isso vai passar? Eu vou entrar na tua casa Eu vou entrar na tua vida
Quem é você que me esqueceu?Cadê você que eu não esqueço? Quem é você que me prendeu E depois me deixou pra trás?
Eu preciso dormir. Eu preciso te ver.
Eu preciso de um piano. Eu preciso de você.
Chove lá fora e aqui / Faz tanto frio/ Me dá vontade de saber /Aonde está você / Me telefona /Me chama, me chama, me chama.
E se nada der certo amanhã. E se nada der certo.
0050 eu, a chuva la fora e uma linda canção
To naquelas de mudar o cabelo, limpar o guarda-roupa, jogar lembranças fora. To naquelas de não pensar mais em você.
Mas eu preciso pensar em você. Eu preciso de você. E preciso das lembranças.
Eu preciso é de um violão e de uma bela voz. Eu preciso externar meus pensamentos. Eu preciso dizer, preciso cantar. Eu preciso musicalizar.
Tbm preciso arrumar o tal relogio biologico. E preciso me livrar desses vicios. E pessoas contam como vicios.
E preciso de um chá, pra amanhã outra vez estar onde não desejo estar. Pra amanhã quem sabe algo começar então a mudar.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
sábado, 19 de setembro de 2009
Não posso ouvir Oasis. Me lembra de quem não vai se lembrar. Me lembra de tudo que não aconteceu. Me dá esperança. E esperança não é um bom remédio.
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aquele dia em que eu perdi a carteira
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
You Probably Couldn't See For the Lights But You Were Looking Straight At Me, Babe.
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aquele dia em que eu perdi a carteira
domingo, 6 de setembro de 2009
sábado, 5 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Saudade daquela época que as coisas passaram a fazer sentido, que a vida começou a parecer valer a pena de novo, que eu me senti feliz, que eu tive medo de me apaixonar, que eu deixei as coisas rolarem, que todo dia era um dia, que todo dia era um belo dia, que todo o mundo me fazia bem, que eu me sentia feliz comigo mesma, que eu não sentia falta de nada, que não batia saudade, que tudo era positivo, que tudo era despreocupado, que as coisas rolavam inocentemente. Saudade daquela outra época de loucuras, de noites, de bebidas, de cigarros, de suor, de medo de não me apaixonar, de não conseguir deixar as coisas rolarem numa boa, de não saber se valia ou não a pena, de preocupações sem saber se eram ou não necessárias e fundamentadas, de nada fazer sentido, de sentir todos sentidos, de não me sentir feliz, de sentir os ápices das alegrias, de todo dia ser uma dúvida, de esperar, de não querer, de precisar, de sentir falta, de não sentir saudade, de buscar o lado positivo da parada.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
A vida é uma grande merda. Esta é uma quinta-feira, que poderia ter sido boa, que poderia ter sido qualquer. Um dia alegre-comum, porém com coisas chatas-comuns. Ainda assim, poderia ter terminado como um dia alegre-comum. Mas não. As coisas chatas-comuns se propagaram quase que exponecialmente. E vira tudo aquela bola de neve. Tu esquece tudo de bom do dia (Pera pera, ouve algo bom hoje mesmo ou disse isso só pra enfeitar o texto?). Terminar uma quinta-feira com umas cervejinhas não é nada absurdo. É agradável. É a coisa mais normal em se tratando de PDS, em se tratando de uma UnBsitária. Eu falei em PDS. Mas aí é que tá. O problema não é a cerveja, mas onde se toma a cerveja. Como se toma. Afinal, beber umas em casa puta com o mundo não é a mesma coisa que ir no bar com uns amigos trocar uma idéia pra relaxar no fim do dia. Definitivamente não é a mesma coisa. E definitivamente não relaxa do mesmo jeito. Definitivamente não provoca os mesmos efeitos. É por isso que a vida é uma grande merda.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Parei e pensei. Parar e pensar foi o que mais fiz nos últimos dias. Parei, pensei e percebi. Que quando fui uma yes woman as coisas não deram muito certo. Pois ao primeiro não tudo desandou. Após o não a gente pára e daí se toca. Se toca que ser uma yes woman não deu certo. Pois todo esse tempo yes foi uma grande ilusão. Quando a gente cria coragem pra dizer o no a gente então cai na real. E pra voltar a ser uma maybe woman leva tempo. Já que o no vira um grande vírus que não cansa de te destruir.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
domingo, 16 de agosto de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Chega de sofrer.
O sol ainda nascerá amanhã.
E cada um de nós o verá de um ponto diferente.
Cada um o sentirá à sua maneira e ao seu tempo.
Cada um perceberá sua perfeição.
Ainda que não estejamos unidos por um laço nosso.
Ainda que estejamos distantes.
Veremos as coisas de uma mesma forma.
Compartilharemos um mesmo ponto de vista.
Ainda que não saibamos disto.
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aquele dia em que eu perdi a carteira
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aquele dia em que eu perdi a carteira
Jurei, jurei pra mim mesma, naquele mesmo dia, naquela mesma madrugada mágica, que nunca mais te deixaria partir. Mas eu falhei. Falhei por não criar a oportunidade que me faltou. Falhei por sentir demais. Falhei por medo. Medo de errar, como errei com todos os outros. Com você eu não podia errar. Mas com você eu também não devia ter medo. Arriscar era minha obrigação. E meu único desejo.
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domingo, 9 de agosto de 2009
E se eu soubesse tocar faria agora uma música pra você. Olha que nunca havia eu pensado em fazer música pra alguém
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Tudo o que eu mais queria era sair por aí com você. Aqui vale a do um amor e uma cabana. Nem de cabana eu precisaria. O amor me basta.
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sábado, 8 de agosto de 2009
Já tive muitas fortes paixões nesta minha curta vida. Mas nenhuma tão real quanto a que tenho agora. Algumas vezes imaginei ter encontrado a metade da mexerica mas logo nos primeiros gomos percebia que não passava de outro pedaço de laranja. Desta vez entretanto as coisas tomaram outro rumo. Inesperado. Isto porque não se tratou de um cara que me ligou e eu não quis atender. Se tratou de um que não ligou. Não ligar por não ligar outros tantos não ligaram. Mas ligações nem sempre são bem-vindas. Esta seria. A qualquer hora que fosse. Eu me iludi e me iludi porque me apaixonei. Me apaixonei por quem já havia esquecido quando não o devia tê-lo esquecido. Me apaixonei por uma antiga paixão pois percebi que não se tratava de apenas mais uma paixão. Pois percebi que não se tratava de apenas mais uma laranja. Eu também gosto de laranja mas as laranjas tem suas metades e eu não gosto de enganá-las e empacá-las em suas buscas. Pois bem, é uma grande burrice deixar passar uma paixão assim. E eu deixei. Mas no fundo eu já sentia que aquela paixão era um pouco diferente. E era mesmo. O destino ou o que for me deu uma segunda oportunidade quando tudo já parecia superado. Parecia. Meus olhos devem ter brilhado ao te ver. Como sempre devem ter feito. Parecia mesmo inacreditável a tua presença. E mais ainda o que se sucedeu. Não sei dizer se fomos feitos um para o outro mas com certeza você foi feito para mim. E por conta de toda a perfeição que ocorreu fantasiei milhares de coisas. Só que nunca mais ocorreram coisas. E temo que nunca mais ocorra. Eu te deixei passar. De novo. Esse tipo de deixação já ocorreu tantas vezes e com tantos caras. Mas seus efeitos nunca duraram tanto. E tenho medo que não parem mais de durar. Tenho medo que tu sejas realmente diferente das laranjas. Tenho medo de ter encontrado e perdido a razão. Em instantes.
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sexta-feira, 7 de agosto de 2009
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
A pior parte de beber é ter que acordar várias vezes de madrugada com sede. Tá bom, essa não é nem de longe a pior parte. É apenas algo que observei hoje e acho que ninguém pode sentir mais sede do que eu nestas madrugadas. Não bastasse a sede automática, ainda estamos na época mais seca, e talvez na madrugada mais quente. Não é nada legal ter que ir várias vezes seminua até a geladeira.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Disse o que há muito queria ter dito. Disse o que cansei de dizer. Disse e pronto. Desatei aquele nó. Aliviei. E foda-se. Eu sei os meus erros. Eu sei como eu fui. Eu sei que também errei. Não é teu papel me lembrar. Mas foda-se. Não tinha remédio. Nem pra mim. Nem pra nós. Nunca ouve nós. Nunca haverá. Era pra ser errado. E já foi. Há muito. E parabéns. Por passar uma impressão ainda pior.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
sábado, 25 de julho de 2009
Um chocolate derretendo na boca de uma pessoa causa um aumento na atividade cerebral e nos batimentos cardíacos que é mais intenso do que o associado a beijos apaixonados.
Um chocolate derretendo na boca.
Derretendo.
É mais intenso do que o associado a beijos apaixonados.
Mais intenso do que o associado a beijos apaixonados.
Intenso.
Intenso.
Beijos apaixonados.
Batimentos cardíacos.
Intenso.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
O tempo vai, a noite cai, e eu bebo só pra esquecer que perdi você. Você chegou, cumprimentou, e eu já fico tenso só de observar você. E se você retribuísse? E se eu conseguisse? Não iria ter motivo pra te escrever depois de voltar. Então por que eu não cheguei e falei o que eu tinha pra dizer pra você? E por que você fica tão longe? Escondendo o que não se esconde de ninguém. Então por que eu não cheguei e falei o que eu tinha pra dizer pra você? E por que você fica tão longe? Escondendo o que não se esconde de ninguém. Não se esconde, de ninguém, de ninguém. (Lucas Silveira)
sábado, 18 de julho de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Caminhar.
O destino coloca certas pessoas em nossos caminhos por razões incompreensíveis. Por razões ainda mais incompreensíveis não conseguimos nos aproximar delas o tanto quanto gostaríamos, nem o tanto quanto se espera.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
HAPPINESS ONLY REAL WHEN SHARED
HAPPINESS ONLY REAL WHEN SHARED
HAPPINESS ONLY REAL WHEN SHARED
HAPPINESS ONLY REAL WHEN SHARED
HAPPINESS ONLY REAL WHEN SHARED
HAPPINESS ONLY REAL WHEN SHARED
HAPPINESS ONLY REAL WHEN SHARED
HAPPINESS ONLY REAL WHEN SHARED
HAPPINESS ONLY REAL WHEN SHARED
ONLY REAL WHEN SHARED
WHEN SHARED
WHEN SHARED
WHEN SHARED
WHEN SHARED
terça-feira, 14 de julho de 2009
domingo, 12 de julho de 2009
sábado, 11 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
quarta-feira, 8 de julho de 2009
terça-feira, 30 de junho de 2009
Tem um amigo meu, ele é masoquista. Aí ele pulou da janela, e caiu em cima do pescoço da minha amiga, ela tá com um negoço desse tamanho no pescoço... Aí esse meu amigo ele é roqueiro, aí ele é masoquista, você sabe o que é masoquista? Tipo.. é uma pessoa que gosta de sofrer, aí, sente prazer na dor. Não... doida é tipo eu. Aí uma amiga minha, ela não sabe dirigir. Aí um amigo perguntou se ela queria aprender. Quero. Aí ela foi dirigir e mandaram ela acelerar, aí tinha tipo um poste, não, um pedestal de concrete, concreto. Aí ela foi frear aí o carro foi pra frente, tipo o que aconteceu agora sabe. Aí ela amassou a frente do carro toda. Aí esse meu amigo, o masoquista, falou, ah, você foi até bem, a primeira vez que eu dirigi o carro foi parar debaixo de um caminhão.
Muito feio ouvir a conversa das pessoas no ônibus. Mas meu livro tava muito chato (tanto que nem tava mais aberto). E eu tava sem fones.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
domingo, 28 de junho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Estresse inútil. Pera lá algum estresse lá tem utilidade? Ah, sim, estresse de causa inútil. Puta merda é difícil será? Talvez eu esteja enxergando a coisa sei lá como uma mulher que não consegue ser capaz de compreender que uma outra tá de TPM. Ok, eu até entendo que seja um pouco, tá bom, bem mais complexa a situação do que essa analogia estúpida mas puta merda porta fechada significa NÃO ENCHE A PORRA DO SACO. Tô dormindo, tô estudando, tô pelada, tô em depressão, tô doente, tô chorando pelo babaca, tô de ressaca, morrendo, não importa caralho, não falem comigo, não quero ver ninguém. Já berrei, tá falando o que ainda, sai logo daqui, vaza. Quer que eu te trate pior? Eu te trato pior mas anda, SOME, eu não quero você aqui e fecha logo a porra da porta. Inferno. Eu não quero saber. Faça seu charme em outro lugar. Vai dar lição de moral pra outro. Não, eu também não quero conversar. Pode ligar pro papai. Eu também não vou atender.
Já teve um dia que você não queria falar com ninguém? O problema é quando não é só um dia. Novamente eles voltam a se repetir. Então será que eu novamente preciso mudar de ares? Eu estou sempre me reciclando pra suportar essa mesmice. Mas as pessoas me cansam por serem sempre do mesmo modo. As mesmas piadas e as mesmas reações. Os mesmos assuntos, as mesmas opiniões. E eu com os mesmos palavrões. Talvez por isso eu nunca mais tenha procurado namorado. As pessoas me cansam. Talvez por isso eu sempre queira o cara errado. Não que apenas o que é bom ou certo me canse, mas por que o errado serve como desculpa pra cair fora depois. Como é que vou dizer que não dá mais praquele cara legal que me liga pra saber se eu tô bem, que me trata muito além do que eu mereceria. Que não vai me fazer chorar. É tão bem mais fácil mandar o fdp que te liga bêbado de madrugada para o raio que o parta. O único problema é que eu sei que não vou fazer isso. Nem mesmo vou querer fazê-lo. Vou chorar, reclamar, sorrir ao lembrar e um dia vou me cansar também. Não pelos defeitos mas por ser também mais um ser humano. Porque as pessoas simplesmente me cansam.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Quem foi que disse que é impossível ser feliz sozinho? Eu estava tão-bem-melhor mesmo sem ter você ali.
Eu não precisava disso. Realmente não precisava. Estava muito bem, tinha pessoas que gostam de mim ao meu redor, estava alegre, estava numa boa. Não precisava de ninguém, não precisava de nada. Mas ok, tudo bem, aconteceu, também não tava pra dispensar. Mas se não podia pra que veio me procurar então? Antes, e mesmo agora. Custava me avisar? Aliás, custava simplesmente não fazer nada. Deixasse como estava, me deixasse sem entender, me deixasse sem você. Mas veio me procurar. Pra quê? Só pra me humilhar? Só pra me deixar pior? Por que isso? Antes eu tivesse ficado só no álcool aquele dia. Antes tivesse fugido de você. Antes tivesse te ignorado depois. Não teria passado por todas essas sensações inseguras. Não teria lido tanta coisa desnecessária. Não precisaria de uma dose agora.
Que bom que eu estava gripada aquele dia, assim não guardei seu cheiro em balas de nostalgias. As lembranças de momentos são mais facéis de não recordar.
Eu não precisava disso. Realmente não precisava. Estava muito bem, tinha pessoas que gostam de mim ao meu redor, estava alegre, estava numa boa. Não precisava de ninguém, não precisava de nada. Mas ok, tudo bem, aconteceu, também não tava pra dispensar. Mas se não podia pra que veio me procurar então? Antes, e mesmo agora. Custava me avisar? Aliás, custava simplesmente não fazer nada. Deixasse como estava, me deixasse sem entender, me deixasse sem você. Mas veio me procurar. Pra quê? Só pra me humilhar? Só pra me deixar pior? Por que isso? Antes eu tivesse ficado só no álcool aquele dia. Antes tivesse fugido de você. Antes tivesse te ignorado depois. Não teria passado por todas essas sensações inseguras. Não teria lido tanta coisa desnecessária. Não precisaria de uma dose agora.
Que bom que eu estava gripada aquele dia, assim não guardei seu cheiro em balas de nostalgias. As lembranças de momentos são mais facéis de não recordar.
domingo, 12 de abril de 2009
Ontem percebi que eu não posso ficar sozinha, pois é exatamente isso o que me deixa triste. Não são as piadinhas de mal gosto, nem os berros e tapas de minha mãe, mas o vazio de estar no quarto sem ninguém com quem falar. Então ficou tão claro o porquê dos meus anos de ensino médio terem sido tão ruins: o fato de eu ter me isolado, me escondido como forma de fuga. As tardes monótonas, os fins de semana sem fim, a forma de vida que escolhi sem nunca desejar. Era apenas das pessoas que eu precisava, era apenas de uma conversa depois da aula, de um telefonema no fim de tarde, de um cinema ou um boliche, de qualquer coisa que não me deixasse naquele tédio que me fazia riscar paredes e arranhar pulsos. Era de uma aula de violão, de voltar a tocar bateria, de fazer algum exercício físico, qualquer saída daquele meu canto de lágrimas. Quando tento lembrar dos três últimos anos, me recordo daquelas tardes comendo porcarias em frente ao computador, das noites trancadas ouvindo música e me machucando, do sofá e da tv, dos sonhos e falta de planos, dos piores dias, pois eles foram maioria. Eu não sabia ser feliz, e na verdade era tão simples. Pessoas, apenas isso. Eu não precisava ter fugido delas. Eu não deveria.
sábado, 11 de abril de 2009
Dia estranho, dia vazio. Tô um tanto down, meio que sem razões dessa vez. Talvez o fato da UnB não estar à altura do que esperava. Talvez a falta de tempo livre. Talvez o fato de não saber o que fazer com o pouco que surge. A preguiça de estudar, a desmotivação pra quase tudo. É, pensando bem, não faltam razões dessa vez. Na verdade eu não tô a fim de fazer nada hoje. Só queria um abraço. Sincero.
terça-feira, 24 de março de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Mas não, não há de ser nada! Não há de ser nada, pois sei que a madrugada acaba, quando a lua se põe. O abraço de vampiro é o sorriso de um amigo e mais nada. Não há de ser nada, pois sei que a madrugada acaba, quando a lua se põe. A estrela que eu escolhi não cumpriu com meu pedido e hoje não a encontrei. Pois caiu no mar, e se apagou. Se souber nadar, faça-me o favor! O milagre que esperei nunca me aconteceu. Quem sabe é só você pra trazer o que já é meu. Brilha onde estiver, faz da lágrima o sangue que nos deixa de pé. Bis.
(Fernando Anitelli)
(Fernando Anitelli)
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Cinco e algo da matina. Pés cansados. Só precisava chegar logo em casa, pra terminar bem aquele dia. Ou começar, no caso. Queria aproveitar a pilha pra ir andando. Uma pausa. Longa pausa. O sol nasce. Prosseguimos, ufa! Vagarosaosaosamente. Começa a chover. WTF. O frio dos meus braços passa para os joelhos. E depois de longa e demorada caminhada sob a chuva, para os pés. Meu cobertor, where are you! Não sabia o que queria primeiro, um bom banho, um bom café, ou um bom agasalho. Mas a verdade é que não tive nada disso ao chegar em casa. Apenas me joguei na cama, exausta. Nunca mais eu faço isso. Da próxima vez levarei guarda-chuva!
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
stop crying your heart out
Why this fuckin music just remember me of you and of all? All that never ever hapenned, that I just fuckin wanted and idealized. That I just needed - and yet need - to have ever lived but just couldn't because of my fuckin shy and extreme insecurity. It has no importance. The important thing is that I still feel the same feeling that I felt when I first saw you some months ago with that black shirt with four white letters. This fuckin music just remind me these days that I had nothing to say cuz I just wanted to pass all thes hours looking your smile. And remind me the days I believed that all my dreams would became true and the day I realized that it was just another fuckin dream.
cuz all of the stars are fading away
cuz all of the stars are fading away
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aquele dia em que eu perdi a carteira
sábado, 3 de janeiro de 2009
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