terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Eu não vou te superar. O primeiro passo é admitir o problema, certo? Então é isso. Enquanto houver qualquer coisa, haverá uma pontinha de esperança e eu não vou te superar porque eu não vou querer, porque uma parte de mim ainda vai acreditar que é possível. Eu tenho duas opções: colocar um ponto nessa história, abrir o jogo e seguir minha vida consciente de que não há lugar pra mim na sua. Ou eu posso continuar aqui, gostando tanto de você que até prefiro esconder, deixando assim ficar subentendido como uma ideia que existe na cabeça e não tem a menor pretensão de acontecer. Posso simplesmente gostar sem ter nada em troca, porque essa outra parte de mim acredita que isso me faz melhor do que não ter nem um pedacinho de você. Eu posso ser feliz sem você saber.
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domingo, 23 de dezembro de 2012
Os últimos dias foram bem fora do planejado, o que não me assusta tanto por estarmos no fim do ano. Essa época costuma ser meio bad mesmo, independentemente de quão bom os meses anteriores tenham sido. Afinal, 2012 foi sensacional, acima de todas as minhas expectativas. Não imaginei que metade do que aconteceu fosse possível. Tenho mais boas histórias para não contar para os meus netos do que nos outros 20 anos anteriores. Mas de volta aos fatos, esse último fim de semana deu bem errado pro meu gosto. E agora, às vésperas da esperada segunda-feira, eu já não sei se a notícia que esperava ouvir me deixará tão feliz assim. De repente eu já não sinto mais tanta vontade de viajar. Ao mesmo tempo, não sinto vontade de estar aqui. Um plano C cairia bem, há coisas simples que me fariam tão bem. Mas neste exato momento, como já é de praxe em dezembro, eu não consigo me sentir bem assim.
sábado, 15 de dezembro de 2012
Eu não sei se esse é meu ponto final nessa história que eu inventei sozinha. E embora meu superego queira que seja, há uma voz que me diz que muitas lágrimas desnecessárias ainda irão rolar. Mandar em seu próprio cérebro não é tão simples quanto entendê-lo.
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Eu precisei passar por tudo isso pra conseguir entender, sozinha, o fato óbvio que meus amigos tentaram me enfiar goela abaixo: eu mereço mais. Parece simples mas eu precisava sentir, por mim mesma, pra poder admitir. Precisava de todas essas lágrimas, de toda essa vontade de não querer mais sendo ofuscada pela vontade de só querer de novo. Eu precisava achar que sabia o que era bom pra mim, mesmo sabendo perfeitamente que não era. Precisava achar que era ideal, quando ideal era o personagem que eu havia criado na minha mente perturbada. Eu precisava sofrer pra perceber que eu, na verdade, não precisava.
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sábado, 8 de dezembro de 2012
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Engraçado que eu trabalho no coração da cidade e quase nunca dei muita atenção a isso. Mas hoje, quando eu desci do ônibus lá pelas 9h da manhã, comecei a olhar para aquelas construções incríveis e me deu uma alegria muito grande. Cada passo, cada prédio, cada inspiração. E mesmo depois, enquanto fumava meu cigarro depois do almoço, quando ia lá pra EMB... Hoje eu me deixei inspirar pela cidade. Um sentimento muito bom que eu tinha experimentado lá em 2009 quando ia pra UnB de manhã.. E aquela vontade louca de correr atrás daquele sonho que ficou guardado, e que eu quase retomei semanas atrás. O ar estava lindo e as ruas também.
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