domingo, 27 de setembro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
sábado, 19 de setembro de 2009
Não posso ouvir Oasis. Me lembra de quem não vai se lembrar. Me lembra de tudo que não aconteceu. Me dá esperança. E esperança não é um bom remédio.
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aquele dia em que eu perdi a carteira
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
You Probably Couldn't See For the Lights But You Were Looking Straight At Me, Babe.
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aquele dia em que eu perdi a carteira
domingo, 6 de setembro de 2009
sábado, 5 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Saudade daquela época que as coisas passaram a fazer sentido, que a vida começou a parecer valer a pena de novo, que eu me senti feliz, que eu tive medo de me apaixonar, que eu deixei as coisas rolarem, que todo dia era um dia, que todo dia era um belo dia, que todo o mundo me fazia bem, que eu me sentia feliz comigo mesma, que eu não sentia falta de nada, que não batia saudade, que tudo era positivo, que tudo era despreocupado, que as coisas rolavam inocentemente. Saudade daquela outra época de loucuras, de noites, de bebidas, de cigarros, de suor, de medo de não me apaixonar, de não conseguir deixar as coisas rolarem numa boa, de não saber se valia ou não a pena, de preocupações sem saber se eram ou não necessárias e fundamentadas, de nada fazer sentido, de sentir todos sentidos, de não me sentir feliz, de sentir os ápices das alegrias, de todo dia ser uma dúvida, de esperar, de não querer, de precisar, de sentir falta, de não sentir saudade, de buscar o lado positivo da parada.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
A vida é uma grande merda. Esta é uma quinta-feira, que poderia ter sido boa, que poderia ter sido qualquer. Um dia alegre-comum, porém com coisas chatas-comuns. Ainda assim, poderia ter terminado como um dia alegre-comum. Mas não. As coisas chatas-comuns se propagaram quase que exponecialmente. E vira tudo aquela bola de neve. Tu esquece tudo de bom do dia (Pera pera, ouve algo bom hoje mesmo ou disse isso só pra enfeitar o texto?). Terminar uma quinta-feira com umas cervejinhas não é nada absurdo. É agradável. É a coisa mais normal em se tratando de PDS, em se tratando de uma UnBsitária. Eu falei em PDS. Mas aí é que tá. O problema não é a cerveja, mas onde se toma a cerveja. Como se toma. Afinal, beber umas em casa puta com o mundo não é a mesma coisa que ir no bar com uns amigos trocar uma idéia pra relaxar no fim do dia. Definitivamente não é a mesma coisa. E definitivamente não relaxa do mesmo jeito. Definitivamente não provoca os mesmos efeitos. É por isso que a vida é uma grande merda.
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